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Caso Tatiane Spitzner – Defesa do réu abandona plenário durante júri em Guarapuava

Foto: Rede Sul de Notícias

Fato aconteceu no início da tarde desta quarta-feira (10), após divergências com o MP.

Um caso inusitado aconteceu no início da tarde desta quarta-feira (10) em Guarapuava, no Centro Sul do Estado. Um julgamento foi cancelando pelo juiz que presidia a sessão, após a defesa de o réu ter abandonado o Tribunal do Júri. O abandono ocorreu depois que a defesa tentou mostrar algumas imagens em vídeo que estavam armazenadas em um HD para poder questionar as testemunhas. Entretanto, o Ministério Público alegou que tais imagens não fazem parte do processo.

A defesa, porém, disse que as imagens constam no processo e caso não fosse permitido mostra-las, não daria continuidade em seu trabalho. O Ministério Público afirmou, segundo informações, que a defesa busca com essa iniciativa abandonar o caso. Com a saída da defesa, o juiz reconheceu o abandono do plenário e dissolveu o conselho de sentença, formando por seis homens e apenas uma mulher.

O réu, Luiz Felipe Manvailer foi retirado do plenário. Ele está sendo julgado pelo suposto assassinado da esposa, a advogada Tatiane Spitzner.

Relembre o caso:

Tatiane Spitzner foi encontrada morta na madrugada do dia 22 de julho de 2018. De acordo com a Polícia Militar (PM), houve um chamado informando que uma mulher teria saltado ou sido jogada de um prédio. A polícia informou que encontrou sangue na calçada do prédio ao chegar no local. Testemunhas disseram que um homem carregou o corpo para dentro do edifício. Conforme a PM, o corpo de Tatiane estava dentro do apartamento.
Luis Felipe Manvailer foi preso horas depois da morte da advogada, ao se envolver em um acidente na BR-277, em São Miguel do Iguaçu, no oeste do Paraná. A cidade fica a aproximadamente 340 quilômetros de Guarapuava, onde o crime aconteceu.

Durante uma audiência de custódia, Manvailer negou que tenha matado a esposa e disse que a advogada cometeu suicídio. O acusado disse ainda que se acidentou porque a imagem de Tatiane pulando da sacada não saía da cabeça dele. Para a Polícia Civil, Manvailer tentava fugir para o Paraguai.
Em uma audiência de instrução, o acusado negou novamente que matou a advogada. Ele declarou que a família de Tatiane influenciou algumas testemunhas, que disseram na delegacia que haviam ouvido a advogada gritando durante a queda.

Segundo Manvailer, as testemunhas mudaram o depoimento nas audiências. No mesmo dia, o acusado preferiu não responder ao questionário feito pela Justiça e a audiência foi encerrada. Luís Felipe Manvailer, professor universitário de biologia, era casado com Tatiane desde 2013, e o casal não tinha filhos.

Fonte: Portal RBJ

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    11/02/2021
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