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Reunião evita o tema fechamento geral em Santa Catarina

Foto: Julio Cavalheiro/Secom SC

No próximo fim de semana, com início às 23h de sexta (12) e retorno às atividades às 6h de segunda (15), Santa Catarina terá outra suspensão das atividades não consideradas essenciais no Estado, um lockdown nos moldes do que ocorreu nos dois finas de semana anteriores.

Este é um dos resultados da ampla reunião que o governador Carlos Moisés da Silva, os secretários Paulo Eli (Fazenda), Eron Giordani (Casa Civl), Jorge Esduardo Tasca (Administração) e André Motta Ribeiro (Saúde), mais o presidente da Assembleia, deputado Mauro De Nadal (MDB) e os parlamentares Neodi Saretta (PT), presidente da Comissão de Saúde, e José Milton Scheffer (PP), líder do governo; o presidente da Fecam, Clenilton Pereira (Podemos), de Aaraquari, representantes de cada uma das 21 associações municipais e os mandatários dos 20 maiores municípios catarinenses realizaram nesta quarta (10), e que terminou por volta das 13h.

O atual decreto que restringe atividades e determina horários de funcionamento será mantido, com pequenos ajustes, e a maioria dos prefeitos nem quer conversar sobre a possibilidade de um lockdown prolongado, recomendações feitas pelo Ministério Público Estadual e pelo Tribunal de Contas do Estado.

Um dos focos acertados é ampliar o monitoramento das ações nas ruas diante do quadro crítico de ocupação de leitos de UTI, 10 adultos disponíveis apenas no momento em que esta coluna estava sendo escrita, e da fila de espera por uma vaga, que já chega próxima das 400 pessoas.

Manifestação

Pelo menos os prefeitos Clésio Salvaro (PSDB), de Criciúma, e João Rodrigues (PSD), de Chapecó, foram enfáticos na contrariedade à proposta de lockdown por 14 dias.

Consideram que os prejuízos econômicos seriam danosos e não haveria um reflexo na melhora do enfrentamento da doença, visto que há centenas de relatos de desrespeito à regras.

Em síntese

Quem defende hoje o lockdown prolongado entre os prefeitos era gente que criticou fortemente Moisés há uma ano, quando o governador recebia pauladas de tudo que é lado, principalmente via Assembleia, por ter tomado a atitude corajosa de segurar as pessoas em casa.

Moisés pagou um preço alto por esta atitude, que certamente salvou vidas, mas lhe valeram dois processos de impeachment, já que o pano de fundo era motivado pelo fechamento do comércio e da indústria, bem como a paralisação do transporte coletivo entre cidades e nas áreas urbanas.

Lembram

Havia deputados que defendiam, desde marco do ano passado, que os prefeitos tivessem liberdade para frexibilizar as medidas em cidades onde a pandemia não havia batido à porta.

Agora, com a contaminação generalizada, estão quietinhos, pois o ideal era pedir aos alcaides fazer o lockdown prolongado.

Curiosamente

Em todos os decretos estaduais, há a possibilidade de que prefeitos tomem atitudes mais amplas e fortes dos que as estabelecidas pelo documento, poucos se arriscam, pois seriam alvos de enormes críticas.

Posições dos prefeitos Antônio Ceron (PSD), de Lages, e Adriano Silva (NOVO), de Joinville, que endureceram as medidas.

Bebida

Durante a semana, o consumo de bebida no local onde ela for adquirida só valerá até as 21h.

O governo, os técnicos e os prefeitos estão convencidos que a compra do produto e o consumo no mesmo lugar é que agrava a aglomeração.

Campanha

A partir de sexta (12), o governo vai intensificar as campanhas de conscientização.

Moisés está convencido de que não há outra saída, mas aí vem aquela detalhe das pessoas não entenderem ou atenderam os apelos.

Fonte: Making Off/Roberto Azevedo

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    Data
    10/03/2021
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